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28 de abril de 2026 Notícias

Dia triste para a Medicina, que perdeu nesta terça-feira, dia 28 de abril de 2026, o renomado cirurgião Silvano Raia, que ficou conhecido internacionalmente por ter realizado o primeiro transplante de fígado de um doador vivo no mundo, no ano de 1989, além de ter sido pioneiro na realização de transplantes de fígado de um modo geral na América Latina, na década de 1980, no Hospital das Clínicas da USP (Universidade de São Paulo), onde atuava.

Titular da cadeira número 30 da Academia Nacional de Medicina, sua história com a Hepatologia vem desde os primórdios, quando, em 1968, ele fundou a Sociedade Latino-americana de Hepatologia, atualmente ALEH (Associação Latino-americana para o Estudo do Fígado). Um tempo depois, em 1984, assumiu a presidência da SBH por dois anos. Nos anos 1980, foi diretor da Faculdade de Medicina da USP, e nos anos 1990, secretário da Saúde da cidade de São Paulo.

“A Medicina brasileira perde um médico, professor e pesquisador que no auge dos seus 95 anos continuou inspirando gerações de hepatologistas e cirurgiões. Tive a honra de trabalhar com ele na então unidade de fígado da USP. Um líder nato, um SER além do seu tempo. Ficará vivo nas nossas memórias”, declarou a presidente da SBH, Leila Beltrão Pereira.

Confira a biografia do professor Silvano Raia:

Silvano Mário Attílio Raia, mais conhecido por Silvano Raia, nasceu em São Paulo (SP), em 1º de setembro de 1930. Graduou-se em Medicina pela Universidade de São Paulo (USP), em 1956.

Dos 8 aos 10 anos de idade viveu na Itália para aprender o idioma. Foi aluno do Colégio São Luís, frequentando os cursos ginasial e colegial (científico). Recebeu o Prêmio Anchieta como melhor aluno do curso.

Entre os cursos ginasial e colegial passou um ano nos Estados Unidos da América (EUA) para aprender o idioma. Ingressou na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, em 1951. Ainda calouro venceu o concurso para professor de zoologia do Curso Preparatório ao Vestibular Oswaldo Cruz .

Em 1952, durante o período de férias, entre o primeiro e o segundo ano, recebeu uma bolsa de estudos para um estagio de três meses na Universidade de Heidelberg (Alemanha), onde sistematizou um método para estudo microscópico dos grânulos de zimogeno dos ácinos pancreáticos, publicado na revista “Mikroskopie”.

Em 1954, no fim do terceiro ano, foi convidado pelo professor Edmundo Vasconcelos, a frequentar seu serviço na segunda Enfermaria de Clínica Cirúrgica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC – FMUSP). Desde então, foi seu auxiliar instrumentador, participando de todas as suas demonstrações cirúrgicas, no Brasil e no exterior.

Em 1955, durante o quinto ano do curso médico, realizou uma gastrectomia parcial, assistida por todos os seus colegas de turma (sala Gudin).

Logo depois de formado, Silvano Raia foi, sucessivamente, responsável pelo ensino curricular da FMUSP sobre aparelho digestivo das disciplinas de embriologia e histologia (1957-1961); anatomia descritiva e topográfica (1960-1962); fisiologia (1958-1959); anatomia patológica (1960-1964) e clínica cirúrgica (1967-1982).

Em 1964, estimulado pelo seu interesse nas doenças do fígado, até então pouco conhecidas no Brasil, viajou para Inglaterra, onde, durante três anos, frequentou a Liver Unit do Royal Free Hospital, em Londres, chefiada pela professora Sheila Sherlock, e a seguir, o serviço, do professor Roy Calne, em Cambridge, pioneiro do transplante de órgãos.

Durante o estágio na Inglaterra descreveu uma técnica radiológica, com duplo contraste, para diagnóstico de divertículos do duodeno, publicada na revista “Gut”, e uma técnica histoquímica inédita para identificação e separação, em nível celular, das bilirrubinas indireta e conjugada, publicada, como único autor, na revista “Nature”.

Em 1965, durante sua estada em Londres, retornou por um mês ao Brasil para defender sua tese de doutorado na FMUSP, com a monografia “Ligaduras Gastroesofágicas para Tratamento Cirúrgico das Varizes de Esôfago Sangrantes na Esquistossomose Mansônica”.

Em 1966, durante seu estagio na Inglaterra, foi convidado para apresentar uma conferencia sobre a nova técnica histoquímica e suas possibilidades clínicas na Universidade de Paris, no serviço do professor Jean Pierre Benhamou; na Universidade de Roma, no serviço do professor Pietro Valdoni; e no serviço do professor Pietro Mallam, na Universidade de Milão.

Em 1967, obteve o título de PhD4 pela Universidade de Londres. Sua tese, aprovada com distinção, tratou da nova técnica histoquímica que, mais tarde, no Brasil mereceu o Prêmio Lafi de 1966, conferido em 1968.

Ainda em 1967, retornou ao Brasil e ingressou no Serviço de Cirurgia de Moléstias do Aparelho Digestivo, da Terceira Clínica Cirúrgica do Hospital das Clínicas de São Paulo, chefiado pelo professor Arrigo Raia5 . Nesse serviço, constituiu o Grupo de Cirurgia do Fígado e da Hipertensão Portal, que, mais tarde, se transformaria na Unidade de Fígado do HC – FMUSP.

De 1970 a 1972 estimulou jovens médicos, clínicos e cirurgiões a viajarem para o exterior, a fim de adquirir conhecimentos em especialidades relacionadas à cirurgia do fígado. Viajaram: Jorge Kalil (imunologia) para Paris, no serviço do professor Jean Dausset , futuramente vencedor do Prêmio Nobel; Luiz Carlos Gayotto (anatomia patológica) para Londres, no serviço do professor Peter Scheuer; Dalton Chamone (hemostasia) para Bélgica, no serviço do professor Marc Verstraet; Sergio Mies (técnica cirúrgica) para Denver (EUA), no serviço do professor Thomas Starzl. Com esses jovens especialistas e adotando a modalidade de liderança emergencial, desenvolveu, na Unidade de Fígado do Hospital das Clinicas de São Paulo, as bases da cirurgia do fígado, ainda incipiente no Brasil.

Com esse grupo normatizou as diferentes ressecções cirúrgicas de parênquima hepático; valorizou a técnica de ligadura das varizes de esôfago (tema de sua tese de doutorado), contraindicando a anastomose esplenorrenal no tratamento da hipertensão portal causada pela esquistossomose mansônica (estudo prospectivo incluindo 100 casos operados, com seguimento de 10 anos, publicado na revista “Gastroenterology”); e realizou, em suínos, mais de 200 cirurgias experimentais para sistematização da técnica do transplante de fígado.

Em 1978, obteve o título de livre-docente em cirurgia experimental pela FMUSP, apresentando a tese “Assistência Hepática Temporária. Fluxo de Comunicação com Receptor Anepático”.

Em 1978, meses mais tarde, Silvano Raia obteve o título de livre-docente em clínica cirúrgica pela FMUSP, apresentando a tese “Descompressão Portal Seletiva na Esquistossomose Mansônica”.

Em 1981, por força de um mandado de segurança, inscreveu-se e venceu o concurso para professor titular de cirurgia experimental na FMUSP. A medida legal foi necessária, uma vez que, à época, somente podia se inscrever candidatos possuidores do titulo de professor adjunto conferido, sem concurso, pelo professor titular da disciplina.

Em 1983, assumiu o cargo de professor titular em clínica cirúrgica da FMUSP, passando a chefiar o Serviço de Cirurgia do Fígado e Hipertensão Portal do HC – FMUSP.

De 1982 a 1986, foi diretor da FMUSP. Durante seu mandato recriou as disciplinas de anatomia descritiva e topográfica; criou as disciplinas de cirurgia geral, clínica geral e de informática. Além disso, reestruturou os cursos paramédicos; criou os Laboratórios de Investigação Médica (LIM) e instituiu a Fundação Faculdade de Medicina (FFM).

Em 1985, sempre apoiado pela equipe que constituíra, realizou com sucesso, o primeiro transplante de fígado com doador falecido da América Latina.

Em 1988, Silvano Raia realizou o primeiro transplante de fígado com doador vivo (intervivos) da literatura. Essa técnica, publicada na revista “Lancet”, inicialmente proposta para uso pediátrico, foi mais tarde empregada também para adultos, principalmente no Oriente Médio, onde, por motivos religiosos e culturais, é proibido o transplante com órgãos de doadores falecidos. A Global Observatory on Donation and Transplantation refere que até 2019, 52 mil pacientes já tinham sido submetidos a um transplante de fígado por essa técnica.

Em 1991, ingressou como membro titular da Academia Nacional de Medicina ocupando a cadeira nº 307.

De 1993 a 1995 foi secretário da Saúde da Prefeitura de São Paulo.

Em 2000, tendo realizado 560 transplantes de fígado no HC – FMUSP, aposentou-se compulsoriamente nessa instituição de ensino.

De 2002 a 2006, chefiou a Unidade de Transplante do Hospital Israelita Albert Einstein, realizando 500 transplantes e dedicando-se ao ensino pós-graduado em transplante de fígado. Organizou quatro cursos com mais de 1.000 alunos de 22 estados do Brasil, que progressivamente disseminaram esse procedimento em todo país.

Em 2008, foi nomeado diretor científico do Programa de Formação em Telemedicina de novos centros de transplante de órgãos, em parceria com o Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio-Libanês.

Em 2011, foi nomeado coordenador executivo do Conselho Técnico Consultivo do Comitê Estratégico do Ministério da Saúde, passando a ser responsável pelo Programa de Desenvolvimento de Equipes de Captação de Órgãos e Transplantes (Portaria no 439/GM/MS – 14 de março de 2011).

Em 2015, foi nomeado pelo Ministério da Saúde, coordenador executivo das ações para desenvolvimento, capacitação e assistência de novas modalidades de transplantes, como multivisceral, de face e de intestino, bem como para apoiar o desenvolvimento de novas equipes para transplante (Portaria no 1.040 – 23 de julho de 2015)

De 2012 a 2018 desenvolveu um projeto de pesquisa multidisciplinar denominado CIPETRO (Centro Integrado de Pesquisa e Ensino em Transplante de Órgãos), reunindo 5 LIMs da FMUSP e o CEGH-CEL (Centro de Estudos do Genoma Humano e Células Tronco da USP), visando aperfeiçoar métodos já estabelecidos para transplante de órgãos e desenvolver técnicas inéditas.

De 2017 a 2019 foi presidente da Seção de Cirurgia da Academia Nacional de Medicina, coordenando vários simpósios sobre cultura médica em geral e outros mais específicos sobre transplantes de órgãos.

Desde 2018 coordena, em colaboração com os professores Mayana Zatz, Jorge Elias Kalil Filho, Elias David Neto, Maria Passos Bueno e outros pesquisadores, o projeto “Sistematização do Método de Xenotransplante Suíno de Rim, no Brasil”. Visa obter órgãos adicionais para transplante atendendo a demanda reprimida e diminuir, assim, as listas de espera. Em 2017, existiam no Brasil, 126 mil pacientes em hemodiálise, dos quais 1.299 faleceram à espera de um transplante de rim. Em se tratando de técnica inédita na literatura, o coordenador apresentou o projeto e obteve sua aprovação junto aos setores religiosos, jurídicos e administrativos (Serviço Nacional de Transplantes).

Em 2020, foi eleito membro honorário da Academia de Medicina de São Paulo.

Silvano Raia é membro das seguintes entidades: College of Surgeons (1967); membro fundador da Sociedade Latino-Americana de Hepatologia, da qual foi também presidente (1968); American College of Surgeons (1974); Royal Society of Medicine (1966); Associação Paulista de Medicina (1957); Sociedade Brasileira de Anatomia (1961); Sociedade de Gastroenterologia e Nutrição de São Paulo (1967); Sociedade Brasileira de Gastroenterologia (1974); Sociedade Brasileira de Hepatologia (1974); Associação Médica Brasileira (1975); Sociedade Brasileira de Patologia (1974); e presidente da Sociedade Brasileira de Hepatologia (1982-1983). Orientou a formação acadêmica de 35 discípulos, dos quais cinco atingiram o cargo de professor titular.

Orientou 12 teses de mestrado, 13 de doutorado e três de livre-docência. Participou de 36 bancas examinadoras, das quais seis para professor titular.

Silvano Raia publicou 106 trabalhos no Brasil e 47 no exterior; escreveu 17 capítulos de livros, no Brasil, e cinco no exterior.

Proferiu 296 conferências, no Brasil, e 46 no exterior. Apresentou 250 comunicações em congressos, no Brasil, e 38 no exterior. Ganhou 13 prêmios.

Em 1956, Silvano Raia durante o sexto ano do curso médico, venceu a prova de salto equestre, permitindo assim que a medicina ganhasse a competição MackMed, há 5 anos vencida pelo Mackenzie.

Nos últimos 40 anos, tem o aquarismo marinho como hobby, tendo construído no seu escritório três tanques para corais e peixes exóticos.

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História da SBH

Galeria de ex-presidentes da SBH



16 de abril de 2026 NotíciasVideo

A segunda sessão do programa “Papo de Enfermaria”, atividade mensal da Comissão de Cirrose Hepática da Sociedade Brasileira de Hepatologia, com a participação de um residente e dois debatedores, aconteceu no dia 15 de abril de 2026 e tratou de encefalopatia hepática em paciente cirróticos. Este episódio teve moderação da dra. Flávia Fernandes (RJ) e debatedores a dra. Liliana Mendes (DF) e os drs. Mário Reis Alvares-da-Silva (RS) e Henrique Sérgio Moraes Coelho (RJ), com a apresentação do caso clínico realizada pela dra. Eduarda Fernandes de Mesquita (RJ).

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27 de março de 2026 NotíciasVideo

A apresentação e discussão do artigo “Terapia com estatina reduz mortalidade e complicações hepáticas em pacientes com cirrose de forma independente: revisão sistemática atualizada e meta-análise”, de autoria do dr. Guilherme Cançado, está disponível on-line para ser assistida pelos sócios da SBH. Com participação da dra. Liliana Mendes e do dr. Leonardo Schiavon, a atividade faz parte da programação mensal da Comissão de Cirrose da SBH, “Artigos científicos que Impactam na Prática Clínica”..

Para acessar o artigo que foi usado para discussão, clique aqui.

Assista à sessão, realizada no dia 25 de março:


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12 de março de 2026 NotíciasVideo

“Manejo Clínico da Ascite” é o tema do primeiro episódio do “Papo de Enfermaria”, atividade mensal da Comissão de Cirrose Hepática da Sociedade Brasileira de Hepatologia, com a participação de um residente e dois debatedores, com moderação da dra. Liliana Mendes. Neste episódio, participam os drs. Angelo Zambam e Gustavo Pereira, com a apresentação do caso clínico realizado pela dra. Laíza Antonelli.

Assista ao vídeo completo:

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2 de março de 2026 Notícias

Juntos somos mais fortes! Comovida com a tragédia, a diretoria da Sociedade Brasileira de Hepatologia entrou na corrente de solidariedade do País e convocou seus associados a ajudarem as vítimas afetadas pelas enchentes nas cidades de Juiz de Fora e Ubá, fortemente atingidas pelas chuvas nos últimos dias na Zona da Mata Mineira.

A arrecadação está sendo realizada pelo IFJUF (Instituto do Fígado de Juiz de Fora) e será repassada a entidades que estão prestando ajuda aos moradores afetados.

Para ajudar, basta fazer uma transferência pix de qualquer valor para a chave 30580558000154 (CNPJ do IFJUF, que aparecerá no app do banco antes de confirmar a transação). Copiei e cole a chave pix 30580558000154 ou aponte a câmera do seu celular para o QR Code que ele direcionará para a conta bancária.


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2 de março de 2026 AnuidadeNotícias

A anuidade 2026 da Sociedade Brasileira de Hepatologia (SBH) já está disponível. O valor integral é de R$ 700,00, com desconto especial de R$ 20,00 para pagamentos realizados até 31/03/2026. A regularidade da anuidade garante que os sócios adimplentes continuem usufruindo de todos os benefícios oferecidos pela SBH, incluindo orientações, cursos e descontos exclusivos em eventos científicos realizados e/ou apoiados pela Sociedade.

A SBH segue sendo protagonista no fortalecimento da especialidade, bem como em seu papel social, realizando campanhas de esclarecimento e conscientização ao público geral nas redes sociais (@sbhepatologia e @tudosobrefigado), nas quais os sócios têm participação ativa e são convidados a colaborar na realização das campanhas.

Ao manter sua associação ativa, o hepatologista tem acesso à área exclusiva do associado no site da SBH, onde estão disponíveis Programas de Educação Continuada com aulas ministradas por especialistas, além de vídeos, podcasts e documentos científicos. Além disso, associados SBH também contam com descontos exclusivos em eventos realizados e/ou apoiados pela SBH.

As informações para pagamento estão disponíveis na Área do Associado.

Os valores para este ano são:

Categoria
Titular/Associado/Iniciante R$ 700,00
Colaborador R$ 350,00
Jovem Hepatologista isento*
Categoria Até 31/03/2026
Titular/Associado/Iniciante R$ 680,00
Colaborador R$ 340,00
Jovem Hepatologista isento*


*Jovem Hepato (Residentes) permanecem com isenção da anuidade mediante envio de comprovante atualizado da residência médica  para [email protected]
** Associados beneméritos e eméritos estão isentos de pagamento

Para realizar o pagamento de sua anuidade, acesse a área restrita do site CLICANDO AQUI 

Está com dificuldade de acesso? Fale com nossa secretaria AQUI

Ainda não é sócio SBH? Venha fazer parte, CLICANDO AQUI


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2 de fevereiro de 2026 Notícias

A SBH lança no mês de fevereiro o Programa de Atualização em MASH/MASLD, com a participação de 11 experts no assunto, que ministrarão aulas sobre um dos temas mais discutidos na Hepatologia nos últimos tempos. A doença metabólica ganha destaque nesta programação, que ainda terá seus detalhes divulgados neste mês. Aguardem!

Confira a programação do curso

Aula 1: “De NAFLD/NASH a MASLD/MASH: Mudanças de terminologia e racional da nova classificaçao”
Rosamar Eulira Fontes Rezende

Aula 2: “Estratificação metabólica e hepática: Quem está sob risco de MASH?”
Edison Roberto Parise

Aula 3: “Avaliação não invasiva da MASH: Aplicações e limitações na prática clinica”
Ana Carolina Cardoso

Aula 4: “Papel da RM no diagnóstico da MASH: Quando indicar?”
Antonio Eiras

Aula 5: “Biópsia hepática: Ainda necessária para o tratamento farmacológico de MASH?”
Nathalie Carvalho Leite

Aula 6: “Intervenções no estilo de vida: Pilares do tratamento e impacto na MASH”
Ana Claudia Oliveira

Aula 7: “Controle das comorbidades metabólicas e risco cardiovascular: O que o hepatologista precisa saber?”
Eduardo Lima

Aula 8: “Pioglitazona e Vitamina E: Quando podem ser uma boa escolha?”
Helma Pinchemel Cotrim

Aula 9: “Novas terapias farmacológicas aprovadas pelo FDA para o tratamento da MASH”
Mario Reis Alvares-da-Silva

Aula 10: “Tratamento da MASLD em pacientes com cirrose hepática”
Cristiane Alves Villela Nogueira

Aula 11: “Como avaliar a resposta clínica na MASH: Seguimento, monitorização e desfechos”
Mario Guimarães Pessoa



13 de outubro de 2025 NotíciasVideo

O curta-netragem “Uma História Rara – Síndrome de Alagille” é produzido pelo Instituto Renascimento e mostra a história de Christofer, que, ainda muito criança, sofreu com os sintomas da doença rara. Traz, em formato de documentário, um breve relato de Viviane, mãe do menino, que passou noites intensas de verdadeiro desespero sem saber o que fazer para que seu filho conseguisse ao menos dormir. Traz entrevista da hepatologista Irene Kazue Miura, que explica a condição pelo olhar médico.

Em parceria com a SBH, o filme foi exibido pela primeira vez no 29º Congresso Brasileiro de Hepatologia, o Hepato 2025, em outubro, durante o Curso de Imersão em Doenças Colestáticas: da Infância à Vida Adulta, e emocionou a plateia. Ele fica disponível no nosso site e pode ser divulgado e compartilhado, assim como os demais vídeos do Instituto Renascimento, que usa a arte para educar e difundir informações sobre prevenção, alertas e tratamento de doenças.

Outro filme:

O Instituto Renascimento lançou outro curta-metragem no Hepato 2025, que foi apresentado a membros da Sociedade Brasileira de Hepatologia em uma sessão exclisiva por se tratar de uma doença que atualmente é tratada na Pediatria. É o curta de ficção “Aurora”, que aborda a BASD (síndrome dos ácidos biliares), que atinge o fígado. O mesmo filme pode ser visto nas plataformas de vídeo do Instituto Renascimento.

Conheça o Instituto Renascimento:
– Site
– YouTube
– Instagram


Leila Maria Moreira Beltrão Pereira
Presidente Gestão 2026-2027

(11) 99235-5763
[email protected]
Av. Brigadeiro Faria Lima, 2391 cj. 102 | São Paulo – SP – CEP 01452-000

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