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14 de julho de 2026 Notícias

A SBH garantiu presença e participação no Seminário Doenças Raras do Fígado, promovido na tarde do dia 13 de julho pelo jornal Folha de S.Paulo, na sede do periódico, no centro de São Paulo. O vice-presidente da entidade, Leonardo Schiavon, integrou a mesa do primeiro painel, “Momento crucial para a CBP”, que abordou o atual panorama da Colangite Biliar Primária no Brasil.

Na visão do dr. Leonardo, o evento, também transmitido ao vivo pelo YouTube, representou uma importante oportunidade para o debate sobre as doenças colestáticas ao reunir representantes de sociedades médicas, gestores de saúde, pacientes e a indústria farmacêutica, promovendo uma discussão ampla e multidisciplinar sobre os desafios relacionados a essas enfermidades.”A participação da SBH em iniciativas como essa fortalece o diálogo com os diferentes atores envolvidos na atenção aos pacientes com doenças colestáticas crônicas, ampliando sua atuação na defesa de políticas que promovam um cuidado mais qualificado e equitativo”, disse o hepatologista.

No painel dedicado à colangite biliar primária (CBP), foram discutidos os principais desafios relacionados ao diagnóstico e ao tratamento da doença, com destaque para as dificuldades de acesso a ferramentas diagnósticas e às terapias de segunda linha. “É essencial garantir espaço para que pacientes e familiares compartilhem suas experiências e deem visibilidade ao impacto dessas doenças em sua qualidade de vida”, completou dr. Leonardo, referindo-se à presença de pacientes e familiares nos painéis e na plateia. Participaram do debate Carmela Maggiuzzo Grindler, coordenadora de implantação da Política de Assistência Integral à pessoa com Doença Rara de São Paulo, e Eleuza Silva, paciente diagnosticada com CBP.

“Além disso, a presença ativa da sociedade em fóruns dessa natureza é fundamental para impulsionar avanços na ampliação do acesso a estratégias diagnósticas e terapêuticas mais modernas, contribuindo para uma assistência cada vez mais efetiva às pessoas que vivem com doenças raras”, finalizou o vice-presidente da SBH.

Assista ao seminário na íntegra:

As chamadas doenças hepáticas colestáticas raras do fígado aparecem com pouca frequência na população, mas apresentam sintomas que podem ser debilitantes e que comprometem o dia a dia de pacientes. É o caso de condições como a colangite biliar primária, síndrome de Alagille e colestase intra-hepática familiar progressiva. As três se caracterizam pela dificuldade na formação ou no fluxo da bile, mas variam no que diz respeito à origem, idade em que se manifestam e evolução.

O acúmulo de bile no fígado pode causar inflamação, fibrose, cirrose e, em alguns casos, levar à necessidade de transplante hepático. No Brasil, 2.443 pessoas estão na lista de espera por um transplante do órgão, segundo dados de junho do Ministério da Saúde.

Depois do primeiro painel sobre CBP, vieram outros dois sobre a Síndrome de Alagille e PFICs (colestase intra-hepática familiar progressiva). Participaram Antoine Daher, presidente da Casa Hunter, Casa dos Raros e da Febrararas (Federação Brasileira de Doenças Raras); Sandra Vieira, hepatologista pediátrica e coordenadora do programa de Transplante Hepático Infantil do HCPA (Hospital das Clínicas de Porto Alegre); Márcia Kókot, mãe de paciente com Alagille; Gilda Porta, hepatologista pediátrica do Hospital Menino Jesus São Paulo, Ana Caroline Dantas Marques, médica assistente da Cirurgia Infantil e Transplante Hepático do Instituto da Criança e do Adolescente do Hospital das Clínicas da FMUSP e membro da SBH; Karla Linhares, mãe de paciente com PFIC3; e o deputado federal Bruno Ganem (Podemos-SP), presidente da Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados


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22 de junho de 2026 Notícias

Equipe liderada pela hepatologista Katia Cristina Kampa, do Complexo Hospital de Clínicas da UFPR (Universidade Federal do Paraná) deu início a uma pesquisa para saber como está e como pode melhorar a qualidade de vida em pacientes adultos com glicogenose hepática.

A glicogenose é um grupo de doenças genéticas raras e hereditárias caracterizadas por erros no metabolismo do glicogênio. Devido à falta de enzimas específicas no fígado, o organismo não consegue quebrar o glicogênio em glicose, causando acúmulo anormal nos tecidos. O acúmulo e a falha em liberar glicose na corrente sanguínea causam manifestações características que comprometem a qualidade de vida dos pacientes, como hipoglicemia grave, especialmente durante o jejum, que podem gerar fraqueza, tremores e convulsões; hepatomegalia; atraso no crescimento e alterações laboratoriais tais como elevação de triglicerídeos, colesterol e ácido úrico.

A pesquisa “Qualidade de vida em pacientes adultos com glicogenose” já está disponível e tem por objetivo avaliar os indicadores de qualidade de vida em pacientes adultos (acima de 18 anos) com diferentes tipos de Glicogenose, visando fornecer subsídios para o aprimoramento de protocolos de cuidado multidisciplinar, uma vez que, graças aos avanços no diagnóstico e manejo dietético/terapêutico, o número de pacientes com glicogenose que atingem a vida adulta tem crescido significativamente.

Sua realização, segundo a dra. Katia, é porque ainda há uma lacuna de dados robustos sobre como a patologia e o rigor do tratamento impactam a qualidade de vida, a saúde mental e a inserção social desses indivíduos. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) sob o número de parecer: CAAE 94876726.0.0000.0096. a metodologia de coleta é realizada via formulário on-line, garantindo o anonimato e a segurança dos dados, conforme a LGPD.

Para responder, utilize o formulário abaixo ou clique aqui para abrir em outra página. São cerca de 5 minutos para a resposta completa.


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4 de fevereiro de 2025 NotíciasVideo

Aula sobre Diagnóstico da Doença de Wilson ministrada pela professora Marta Mitiko Deguti especialmente para a SBH; assista ao vídeo

 

A Sociedade Brasileira de Hepatologia (SBH) lança novos conteúdos para marcar o Mês de Conscientização das Doenças Raras, estabelecido em fevereiro, e que atingem o fígado: vamos falar sobre Doença de Wilson. É que o Dia Mundial das Doenças Raras é sempre no último dia de fevereiro, ou seja, 28 de fevereiro, exceto em anos bissextos, quando é celebrado no dia 29.

A data foi criada pela European Organisation for Rare Diseases (EURORDIS) e por mais de 65 associações nacionais de pacientes. Tudo para conscientizar a população sobre a existência das doenças raras e a importância de fazer um diagnóstico precoce e o mais correto possível, além de incentivar pesquisas científicas para ajudar os pacientes e as famílias e lutar por equidade no acesso a diagnósticos e terapias.

Sob a coordenação da hepatologista Maria Chiara Chindamo (RJ), os conteúdos estão distribuídos em posts, que estão sendo divulgados nas redes sociais Tudo Sobre Fígado (@tudosobrefigado) e @sbhepatologia desde o ano passado; vídeo aulas, que estão sendo lançadas este mês aqui no site da SBH; e podcasts, que já estão disponíveis, com entrevistas com especialistas no assunto.

A Doença de Wilson é uma doença genética que compromete o metabolismo do cobre, levando ao acúmulo desse metal desde o nascimento, principalmente no fígado e no cérebro. O início dos sintomas ocorre geralmente entre os 20 e 30 anos de idade. Crianças e adolescentes apresentam alterações predominantes hepáticas e os adultos podem desenvolver também manifestações neurológicas. As manifestaçoes hepáticas incluem alterações das enzimas hepaticas em individuos sem sintomas significativos, hepatite crônica, cirrose e insuficiência hepática. O excesso de cobre no cérebro pode causar tremores, dificuldades motoras, alterações na fala e sintomas psiquiátricos, enquanto o deposito na membrana de Descemet leva ao aparecimento do anel de Kayser- Fleischer.

Participaram da ação, além da dra. Chiara, os médicos Eduardo Cançado (SP), José Milton de Castro Lima (CE), Marta Mitiko Deguti(SP), Gilda Porta (SP), Luciana Costa Faria (MG) Liliana Mendes(DF).

Confira os conteúdos:

– Vídeo Aula 1: Diagnóstico da Doença de Wilson, com a professora Marta Mitiko Deguti

– Vídeo Aula 2: Manejo da Doença de Wilson em Crianças e Adolescentes, com a professora Gilda Porta

– Podcast 2 (áudio): Tratamento da Doença de Wilson, com a hepatologista Liliana Mendes

– Posts Instagram (@tudosobrefigado)


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29 de julho de 2024 Notícias

Foi lançado nesta segunda-feira, dia 29 de julho de 2024, o 29° Congresso Brasileiro de Hepatologia, marcado para ocorrer entre os dias 8 e 10 de outubro de 2025, com uma programação inédita, inovadora e exclusiva que vai olhar para o futuro da Hepatologia.

O evento de apresentação foi coordenado pela diretoria da SBH com a diretoria científica do evento e o time da produtora de eventos ABEV. Diante da receptividade, já temos certeza que a Hepato 2025, que acontecerá no Rio de Janeiro durante o ano que vem, será um sucesso!

Nossos especialistas estão debruçados sobre uma intensa programação científica para trazer aos congressistas temas pertinentes à Hepatologia com estudiosos renomados nacional e internacionalmente. O time é formado por Carlos Terra (presidente), Angelo Alves de Mattos (coordenador científico), Cristiane Valle Tovo (coordenadora científica), Juliano Machado de Oliveira (coordenador financeiro) e Maria Chiara Chindamo (secretária geral).

Entre os temas abordados, grande destaque para áreas como tumor hepático, doença hepática esteatótica associada ao metabolismo (MASLD) e insuficiência hepática aguda sobre crônica (ACLF), mas nunca deixando de lado outros assuntos tão importantes na Hepatologia como hepatites virais, doenças raras, complicações da cirrose, doença hepática alcoólica, doenças autoimunes, hipertensão portal, radiologia intervencionista, entre outros.

Gostaríamos de agradecer à participação dos convidados que atenderam ao nosso chamado e nos colocar à disposição para os parceiros para contar as novidades assim que possível. E chamar nossos sócios para que já comecem a planejar a ida ao Rio de Janeiro! Em breve, tem mais novidades, lançamos nosso site e abrimos as inscrições!


Leila Maria Moreira Beltrão Pereira
Presidente Gestão 2026-2027

(11) 99235-5763
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