Notícias

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2 de março de 2026 Notícias

Juntos somos mais fortes! Comovida com a tragédia, a diretoria da Sociedade Brasileira de Hepatologia entrou na corrente de solidariedade do País e convocou seus associados a ajudarem as vítimas afetadas pelas enchentes nas cidades de Juiz de Fora e Ubá, fortemente atingidas pelas chuvas nos últimos dias na Zona da Mata Mineira.

A arrecadação está sendo realizada pelo IFJUF (Instituto do Fígado de Juiz de Fora) e será repassada a entidades que estão prestando ajuda aos moradores afetados.

Para ajudar, basta fazer uma transferência pix de qualquer valor para a chave 30580558000154 (CNPJ do IFJUF, que aparecerá no app do banco antes de confirmar a transação). Copiei e cole a chave pix 30580558000154 ou aponte a câmera do seu celular para o QR Code que ele direcionará para a conta bancária.


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2 de março de 2026 AnuidadeNotícias

A anuidade 2026 da Sociedade Brasileira de Hepatologia (SBH) já está disponível. O valor integral é de R$ 700,00, com desconto especial de R$ 20,00 para pagamentos realizados até 31/03/2026. A regularidade da anuidade garante que os sócios adimplentes continuem usufruindo de todos os benefícios oferecidos pela SBH, incluindo orientações, cursos e descontos exclusivos em eventos científicos realizados e/ou apoiados pela Sociedade.

A SBH segue sendo protagonista no fortalecimento da especialidade, bem como em seu papel social, realizando campanhas de esclarecimento e conscientização ao público geral nas redes sociais (@sbhepatologia e @tudosobrefigado), nas quais os sócios têm participação ativa e são convidados a colaborar na realização das campanhas.

Ao manter sua associação ativa, o hepatologista tem acesso à área exclusiva do associado no site da SBH, onde estão disponíveis Programas de Educação Continuada com aulas ministradas por especialistas, além de vídeos, podcasts e documentos científicos. Além disso, associados SBH também contam com descontos exclusivos em eventos realizados e/ou apoiados pela SBH.

As informações para pagamento estão disponíveis na Área do Associado.

Os valores para este ano são:

Categoria
Titular/Associado/Iniciante R$ 700,00
Colaborador R$ 350,00
Jovem Hepatologista isento*
Categoria Até 31/03/2026
Titular/Associado/Iniciante R$ 680,00
Colaborador R$ 340,00
Jovem Hepatologista isento*


*Jovem Hepato (Residentes) permanecem com isenção da anuidade mediante envio de comprovante atualizado da residência médica  para [email protected]
** Associados beneméritos e eméritos estão isentos de pagamento

Para realizar o pagamento de sua anuidade, acesse a área restrita do site CLICANDO AQUI 

Está com dificuldade de acesso? Fale com nossa secretaria AQUI

Ainda não é sócio SBH? Venha fazer parte, CLICANDO AQUI



13 de outubro de 2025 NotíciasVideo

O curta-netragem “Uma História Rara – Síndrome de Alagille” é produzido pelo Instituto Renascimento e mostra a história de Christofer, que, ainda muito criança, sofreu com os sintomas da doença rara. Traz, em formato de documentário, um breve relato de Viviane, mãe do menino, que passou noites intensas de verdadeiro desespero sem saber o que fazer para que seu filho conseguisse ao menos dormir. Traz entrevista da hepatologista Irene Kazue Miura, que explica a condição pelo olhar médico.

Em parceria com a SBH, o filme foi exibido pela primeira vez no 29º Congresso Brasileiro de Hepatologia, o Hepato 2025, em outubro, durante o Curso de Imersão em Doenças Colestáticas: da Infância à Vida Adulta, e emocionou a plateia. Ele fica disponível no nosso site e pode ser divulgado e compartilhado, assim como os demais vídeos do Instituto Renascimento, que usa a arte para educar e difundir informações sobre prevenção, alertas e tratamento de doenças.

Outro filme:

O Instituto Renascimento lançou outro curta-metragem no Hepato 2025, que foi apresentado a membros da Sociedade Brasileira de Hepatologia em uma sessão exclisiva por se tratar de uma doença que atualmente é tratada na Pediatria. É o curta de ficção “Aurora”, que aborda a BASD (síndrome dos ácidos biliares), que atinge o fígado. O mesmo filme pode ser visto nas plataformas de vídeo do Instituto Renascimento.

Conheça o Instituto Renascimento:
– Site
– YouTube
– Instagram


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11 de outubro de 2025 Hepato 2025Notícias

Foram três dias intensos de programação científica e social, com atualizações dos temas mais importantes da Hepatologia com um time de especialistas nacionais e internacionais que atraiu a atenção de mais de 1.000 congressistas em cada sessão realizada, seja nas arenas única ou nas quatro silenciosas. Fora as outras atividades, inclusive as sociais.

Nosso sócio pode não somente ver como também fazer o download das fotos do evento. As imagens ficarão disponíveis no nosso site.

Fotos: Ricardo de Freitas / Vanessa Eyer (@foreyerproducao)

Veja todas as fotos do Hepato 2025:

Veja os vídeos da HepatoTV:


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19 de setembro de 2025 Artigos

Em agosto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) aprovou IQIRVO® (elafibranor), o primeiro agonista Duo PPAR α/δ que chega no Brasil, para ampliar as possibilidades terapêuticas no tratamento da Colangite Biliar Primária (CBP).4.

Sabemos que, na prática, cerca de 40% dos pacientes com CBP não atingem resposta bioquímica adequada com o AUDC (ácido ursodesoxicólico) em monoterapia¹-³. Para esses pacientes, IQIRVO® representa uma alternativa que pode ir além da resposta bioquímica, melhorando os sintomas (prurido e fadiga) e a qualidade de vida. 4-7.

Os dados clínicos mostram benefícios, como:

13x mais resposta bioquímica em comparação ao AUDC isolado4,5
Retarda os sinais lentos de progressão da doença, com estabilização sustentada da fibrose6
Melhora o prurido e a fadiga‡, refletindo na qualidade de vida dos pacientes4-7
Terapia bem tolerada, com um perfil de segurança comparável ao AUDC isolado†4,5

Baixe a lâmina promocional e saiba mais sobre como IQIRVO® pode transformar o cuidado desses pacientes

Referências:
1. Trivedi HD et al. Frontline Gastroenterol. 2017;8(1):29-36. 2. Invernizzi P et al. Dig Liver Dis. 2017;49(8):841-846. 3. Yoshida EM et al. Can Liver J. 2022;5(3):372-387. 4. IQIRVO® (elafibranor). Bula do produto, aprovação na ANVISA em agosto de 2025. 5. Kowdley KV et al. N Engl J Med. 2024;390(9):795–805. 6. Kowdley KV et al. AASLD. San Diego, 2024. Poster 5041. 7. Swain M et al. AASLD. San Diego, 2024. Poster 5042.

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Material destinado aos profissionais prescritores e dispensadores de medicamentos.


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16 de setembro de 2025 Hepato 2025Notícias

Edital de Convocação Assemb Geral Ordinária -2025 – eleição estande

 

A Sociedade Brasileira de Hepatologia convoca seus membros para a Assembleia Geral Ordinária, a realizar-se no dia 09 de outubro de 2025, às 18h00 em primeira convocação, e às 18h30 em segunda e última convocação na Sala Oceania VI e VII, no 2º andar do hotel Windsor Oceânico, localizado na R. Martinho de Mesquita, 129 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ, durante o XXIX Congresso Brasileiro de Hepatologia.

Ordem do dia:

– Apresentação do Relatório da Diretoria
– Apresentação do Relatório da Tesouraria e do Conselho Fiscal
– Apresentação do Relatório da Comissão de Admissão
– Divulgação do resultado da eleição do Presidente para o biênio 2028-2029
– Posse do novo Presidente da SBH para o biênio 2026-2027
– Aprovação dos membros da Diretoria e do Conselho Fiscal para o biênio 2026-2027
– Aprovação da indicação do Presidente do IBRAFIG para o biênio 2026-2027
– Assuntos gerais

A eleição para Presidente da SBH para o biênio 2028-2029 será realizada durante o evento, no estande da SBH. A votação terá início no dia 08/10/2025 às 08h00 e será encerrada no dia 09/10/2025 às 17h00. Somente poderão votar os sócios que quitarem sua anuidade até as 12h00 do dia 08/10/2025.

Membros da SBH, em qualquer de suas categorias podem participar da Assembleia, com direito a voz, mas apenas os membros titulares têm direito a voto.

 

Edital de Convocação Assemb Geral Ordinária -2025 – eleição estande



27 de agosto de 2025 Video

No último módulo, de número 4, o Curso de Atualização em Patologia Hepática traz os seguintes temas: Adenoma Hepatocelular e HNF (Warley Nunes, AC Camargo), Carcinoma Hepatocelular (André Bubna, USP e CICAP) e Colangiocarcinoma e tumor misto (Evandro Sobroza de Mello, USP e CICAP). Organizado e criado pela Sociedade Brasileira de Hepatologia (SBH), com coordenação da hepatologista Gabriela Coral, foi ministrado remotamente pela plataforma Zoom, no mês de março de 2025.

Assista também:

Módulo 1: Venâncio Avancini Alves (USP), Ryan Tanigawa (USP) e Carlos Tadeu Cerski (UFRGS) falaram sobre Histologia, Lesões Hepáticas e Doenças Vasculares

Módulo 2: Paula Vidigal, da UFMG, Evandro Sobroza de Mello (USP e Cicap) e Luiz Freitas, da UFBA, falaram sobre MASLD, MASH e hepatite alcoólica, DILI (lesão hepática induzida por drogas)

Módulo 3: Warley Nunes, André Bubna e Evandro Sobroza de Mello

– Acesse os conteúdos do Centro de Educação da SBH



27 de agosto de 2025 Video

A porfiria hepática é um grupo de doenças genéticas raras que resultam da deficiência enzimática na via de produção doheme, levando ao acúmulo de precursores de heme no fígado e em outros órgãos. A hepatologista Cibele Franz, professora da UniRio e participante da comissão de Doenças Raras da SBH, deixa uma aula no PEC (Programa de Educação Continuada) da Sociedade Brasileira de Hepatologia sobre “Apresentação Clínica da Porfiria Hepática Aguda: Sinais e Sintomas “, como parte do PEC Multidisciplinar Porfirias.

Veja ainda:

PEC Porfirias: Diagnóstico e manejo clínico das Porfirias Hepáticas por Paulo Serrano

Assista também:
– Acesse os conteúdos do Centro de Educação da SBH



18 de agosto de 2025 Video

Chegamos à reta final do Curso de Aperfeiçoamento em CHC promovido pela SBH com o tema “Tratamento das Complicações da Cirrose”. Todas as aulas já podem ser assistidas on-demand pelos nossos sócios, possibilitando que o importante e enriquecedor conteúdo debatido ao longo do curso seja difundido para mais pessoas. A coordenação do curso foi do dr. Carlos Terra e da dra. Maria Chiara Chindamo.

Neste módulo, de número 6, os hepatologistas Gustavo Pereira, Maria Chiara Chindamo, Paulo Bittencourt, Hugo Cheinquer e Henrique Sergio Moraes Coelho trazem as seguintes apresentações “Manejo da descompensação hidrópica”, “Tromboembolismo venoso durante o tratamento do CHC: opções terapêuticas seguras” e “Trombose de veia porta não tumoral durante o tratamento do CHC: como conduzir?”.

Assista também:
– Acesse os conteúdos do Centro de Educação da SBH

 


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11 de agosto de 2025 Artigos

Este conteúdo foi traduzido e desenvolvido com base no artigo “AASLD Practice Guidance on the clinical assessment and management of nonalcoholic fatty liver disease” (Hepatology, 2023). Importante destacar que o artigo foi publicado antes da oficialização da nova nomenclatura MASLD/MASH, por isso utiliza termos como DGHNA/NASH . No entanto, as condutas clínicas, orientações de triagem e princípios de acompanhamento seguem aplicáveis ao cenário atual da prática médica.

Preâmbulo

O estudo da DHGNA (Doença Hepática Gordurosa Não Alcoólica) tem-se intensificado significativamente, com mais de 1400 publicações desde 2018, altura em que foi publicado o último documento de orientação da Associação Americana para o Estudo das Doenças do Fígado (AASLD) . Este novo documento de orientação da AASLD reflete muitos avanços na área pertinentes a qualquer profissional que cuide de pacientes com DHGNA e enfatiza os avanços na estratificação de risco não invasiva e terapêutica. Uma diretriz separada focada no tratamento de pacientes com DHGNA no contexto de diabetes foi escrita em conjunto pela Associação Americana de Endocrinologia Clínica e AASLD. Dado o crescimento significativo da DHGNA pediátrica, esta não será abordada aqui para permitir uma discussão mais robusta do diagnóstico e tratamento da DHGNA pediátrica nas próximas Orientações da AASLD sobre DHGNA Pediátrica. Uma “Orientação” difere de uma “Diretriz” no sentido de que não está vinculada pelo sistema de Classificação das Recomendações, Avaliação, Desenvolvimento e Avaliação. Assim, são fornecidas declarações acionáveis em vez de recomendações formais. O nível de evidência mais elevado disponível foi utilizado para desenvolver estas declarações e, onde não estavam disponíveis evidências de alto nível, a opinião de especialistas foi utilizada para desenvolver declarações de orientação para informar a prática clínica. Os pontos-chave destacam conceitos importantes relevantes para a compreensão da doença e seu tratamento.

Os avanços mais profundos na DHGNA relevantes para a prática clínica estão nos biomarcadores e terapêutica. Biomarcadores e testes não invasivos (NITs) podem ser usados clinicamente para excluir doenças avançadas ou identificar aqueles com alta probabilidade de cirrose . Os “pontos de corte” do NIT variam com as populações estudadas, a gravidade da doença subjacente e o contexto clínico. Aqueles propostos nesta orientação destinam-se a auxiliar na tomada de decisões na clínica e não se destinam a ser interpretados isoladamente. A identificação de pacientes com NASH “em risco” (NASH comprovada por biópsia com fibrose de estágio 2 ou superior) é uma área de interesse mais recente. Embora o diagnóstico e estadiamento definitivos de NASH permaneçam ligados à histologia, as ferramentas não invasivas podem agora ser usadas para avaliar a probabilidade de fibrose significativa, prever o risco de progressão e descompensação da doença, tomar decisões de gestão e, em certa medida, avaliar a resposta ao tratamento.

Há um debate em curso sobre a nomenclatura da doença hepática gordurosa, que não tinha sido finalizado no momento em que esta orientação foi publicada. No culminar de um rigoroso processo de consenso, pretende-se que qualquer alteração formal na nomenclatura avance o campo sem um impacto negativo na consciencialização da doença, nos endpoints dos ensaios clínicos ou no processo de desenvolvimento/aprovação de medicamentos. Além disso, deve permitir a emergência de subtipos de doenças recentemente reconhecidos para abordar o impacto da heterogeneidade da doença, incluindo o papel do álcool, na progressão da doença e na resposta à terapia. A contribuição dos pacientes tem sido fundamental em todas as fases do processo de consenso para garantir a minimização do estigma relacionado à nomenclatura.

Definições

DHGNA é um termo abrangente que inclui todos os graus e estágios da doença e se refere a uma população na qual ≥5% dos hepatócitos apresentam esteatose macrovesicular na ausência de uma causa alternativa prontamente identificada de esteatose (por exemplo, medicamentos, inanição, distúrbios monogénicos) em indivíduos que bebem pouco ou nenhum álcool (definido como < 20 g/d para mulheres e <30 g/d para homens) . O espectro da doença inclui NAFL, caracterizada por esteatose hepática macrovesicular que pode ser acompanhada de inflamação leve, e NASH, que é adicionalmente caracterizada pela presença de inflamação e lesão celular (balonização), com ou sem fibrose e, finalmente, cirrose, que é caracterizada por bandas de septos fibrosos que levam à formação de nódulos cirróticos, nos quais as características anteriores da NASH podem não ser mais totalmente apreciadas em uma biópsia hepática.

Atualização sobre epidemiologia e história natural

A prevalência de DHGNA e NASH está a aumentar em todo o mundo em paralelo com o aumento da prevalência de obesidade e doença comórbida metabólica (resistência à insulina, dislipidemia, obesidade central e hipertensão) . Estima-se que a prevalência de DHGNA em adultos seja de 25%–30% na população geral e varia com o contexto clínico, raça/etnia e região geográfica estudada, mas muitas vezes permanece não diagnosticada . O ónus económico associado atribuível à NASH é substancial . A prevalência de NASH na população geral é difícil de determinar com certeza; no entanto, a NASH foi identificada em 14% dos pacientes assintomáticos submetidos a rastreio de cancro do cólon. Este estudo também destaca que, desde a publicação de um estudo de prevalência prospetivo anterior, a prevalência de fibrose clinicamente significativa (fibrose de estágio 2 ou superior) aumentou > 2 vezes. Isto é apoiado pelo aumento projetado na prevalência de DHGNA até 2030, quando os pacientes com fibrose hepática avançada, definida como fibrose em ponte (F3) ou cirrose compensada (F4), aumentarão desproporcionalmente, espelhando a duplicação projetada de NASH. Como tal, a incidência de hepática.

Avaliação

  • O rastreio da DHGNA não é aconselhável na população em geral.
  • Todos os pacientes com suspeita clínica de DHGNA com base na presença de obesidade e fatores de risco metabólicos devem ser submetidos a avaliação de risco primário com FIB-4.
  • Indivíduos de alto risco, como aqueles com DM2, obesidade medicamente complicada, história familiar de cirrose ou consumo de álcool superior a leve, devem ser rastreados para fibrose avançada.

Outras considerações

  • Em pacientes com DHGNA, o álcool pode ser um cofator para a progressão da doença hepática, e a ingestão deve ser avaliada regularmente.
  • Pacientes com fibrose hepática clinicamente significativa (≥F2) devem abster-se completamente do uso de álcool.
  • A melhoria da ALT ou a redução no conteúdo de gordura do fígado por imagem em resposta a uma intervenção pode indicar melhoria histológica na atividade da doença.
  • Parentes de primeiro grau de pacientes com cirrose NASH devem ser aconselhados sobre seu risco individual aumentado e receber rastreamento para fibrose hepática avançada.

 

(AASLD Practice Guidance on the clinical assessment and management of nonalcoholic fatty liver disease Mary E. Rinella1 | Brent A. Neuschwander-Tetri2 | Mohammad Shadab Siddiqui3 | Manal F. Abdelmalek4 | Stephen Caldwell5 | Diana Barb6 | David E. Kleiner7 | Rohit Loomba8)

(Rinella ME, Neuschwander-Tetri BA, Siddiqui MS, Abdelmalek MF, Caldwell S, Barb D, et al. AASLD practice guidance on the clinical assessment and management of nonalcoholic fatty liver disease. Hepatology. 2023;77:1797–1835. https://doi.org/ 10.1097/HEP.0000000000000323)


Leila Maria Moreira Beltrão Pereira
Presidente Gestão 2026-2027

(11) 99235-5763
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