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5 de outubro de 2026 Sem categoria

Bem-vindo ao Inquérito Nacional de Hepatotoxicidade, uma pesquisa que vai ajudar a gerar evidências científicas para mapear a hepatotoxicidade — alterações bioquímicas causadas por medicamentos, fitoterápicos, chás, suplementos, hormônios e produtos químicos, agonistas de GLP-1, chip da beleza etc — no Brasil e contribuir para o enfrentamento da subnotificação.

Iniciativa da Comissão de Hepatotoxicidade da SBH, estão sendo disponibilizados canais para notificação de casos de DILI, HILI e DISILI em todo o país.

Funcionamento do fluxo: primeiramente, o médico preenche um formulário on-line, que você pode acessar clicando aqui. O caso será recebido e avaliado pela equipe do Comitê de Hepatotoxicidade, que vai analisar, fazer a avaliação da relação causal, fenotipagem e gravidade do caso. Ainda ofereceremos um suporte clinico direto, com uma equipe de especialistas disponivel para auxiliar na abordagem e conduta do caso. Para dúvidas ou informações, estamos à disposição pelo e-mail [email protected] ou pelo WhatsApp (51) 99778-2026.

Assista ao vídeo e veja as orientações dadas pela dra. Dvora Joveleviths, da Comissão de Hepatotoxicidade da SBH, sobre o inquérito. Colabore e nos ajude a construir a ciência que protege a saúde no Brasil!

Acesse rápido:


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2 de outubro de 2026 Notícias

A Sociedade Brasileira de Hepatologia (SBH), representada por seu vice-presidente João Marcello de Araújo Neto, integra a rede de 12 sociedades médicas e científicas que se posicionam contra o uso indiscriminado de implantes hormonais manipulados, também conhecidos como “chips da beleza”.

A assinatura da “Carta do Rio de Janeiro – Posicionamento das Sociedades Médicas sobre Implantes Hormonais Manipulados” aconteceu em 1º de outubro, durante o 20th World Congress on Menopause, realizado no Rio de Janeiro.

O documento manifesta preocupação com a utilização de implantes com substâncias como testosterona, gestrinona e estradiol, entre outras, para finalidades que incluem emagrecimento, ganho de massa muscular, aumento de energia, desempenho físico e antienvelhecimento, sem evidências científicas e possivelmente hepatotóxicas.

A carta não é contrária à terapia hormonal. O posicionamento defende formulações estudadas, monitoráveis e aprovadas, respeitando indicação médica.

As sociedades signatárias solicitam ainda fiscalização,  farmacovigilância e notificação de eventos adversos, além de medidas para coibir a comercialização, publicidade e uso inadequado desses implantes no país.

Entidades signatárias:

  • Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM)
  • Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO)
  • International Menopause Society (IMS)
  • Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD)
  • Associação Brasileira de Estudos da Menopausa e da Sexualidade (ABEMSS)
  • Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO)
  • Sociedade Brasileira de Urologia (SBU)
  • Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM)
  • Sociedade Brasileira de Reprodução Humana (SBRH)
  • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)
  • Sociedade Brasileira de Hepatologia (SBH)
  • Sociedade Brasileira de Climatério (SOBRAC)

O posicionamento vem de encontro ao pensamento que praticamos, onde ciência, segurança e medicina baseada em evidências devem estar no centro de qualquer tratamento.

VEJA A ÍNTEGRA DA CARTA DO RIO DE JANEIRO – Posicionamento das sociedades médicas sobre implantes hormonais manipulados


Leila Maria Moreira Beltrão Pereira
Presidente Gestão 2026-2027

(11) 99235-5763
[email protected]
Av. Brigadeiro Faria Lima, 2391 cj. 102 | São Paulo – SP – CEP 01452-000

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